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sábado, 14 de janeiro de 2017

ACRÓSTICO



Jogo duro, porém não trapaceio,
O homem deve ter honestidade!
Ser sincero em seu meio
É outra indispensável qualidade.

Manterei sempre na rota da verdade,
Ainda que com tal dificuldade,
Rumo à meta que almejo.
Contudo, na vil calamidade,
Os ventos cruéis da falsidade
Sopram contra as velas do desejo.

Por isso me tranquei no mar da vida.
Infeliz por naufragado estar,
Não ter porto onde ancorar...
Tenso, frio, perdido, sem saída...
Ostento ainda a coragem de continuar...

2 comentários:

  1. Muito bom! Teus versos são excelentes, clássicos, perfeitos. Do quilate de um Augusto do Anjos, Olavo Bilac, Manoel Bandeira... Tua escrita flui fácil, feroz como um grito cortante advindo da alma, um desabafo. Teu verso adverso, duros, tristes, realistas, intensos, belos. Ótimo, caro amigo. Fiquei feliz, pelo retorno a blogosfera. Abraços!

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  2. Ops! É um acróstico, agora que fiquei perplexo! Perfeito! Invejo-o. Parabéns! Voltando em grande estilo!

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